Desde março de 2025, foram criados grupos de 60 MA’at no norte de Moçambique, reunindo 1 340 membros e beneficiando mais de 7 000 pessoas. Os fundos do Grupo já ultrapassam os 6 500 euros e continuam a crescer através de poupanças e investimentos coletivos. Os primeiros grupos, Nkacupali e ASMUC, começaram com 26 e 22 membros, respetivamente. Atualmente, 66% dos membros e 70% dos líderes de grupo são mulheres, que investem em iniciativas como bombas de rega, sementes de hortaliças, estufas, comercialização de peixe seco, negócios relacionados com a castanha de caju e até mesmo um pequeno salão de cabeleireiro combinado com produtos de agroecologia.
Após o sucesso em Moçambique, a rede MA’at está a expandir-se a nível internacional.
No México estão a formar-se 9 grupos de mulheres indígenas náuatles, que reúnem 50 mulheres que investem em jardins de quintal, plantas medicinais, fogões melhorados, artesanato e pequenas empresas alimentares.
Na Galiza, Espanha, 2 grupos já estão formados e mais 2 estão a preparar-se para se juntar. Os seus planos incluem investimentos em estufas, sistemas de rega, equipamento agrícola, instalações de processamento de alimentos e iniciativas comunitárias que celebram a história e o trabalho das mulheres rurais.